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Não é recente os questionamentos e críticas que tantos blogueiros cristãos, – e aqui eu me incluo – preocupados com o evangelicalismo e a situação da igreja brasileira atual e suas repercussões na socidade e mídia têm atingido muitas pessoas. Os dados recentes da pesquisa e matéria veiculada na Revista Época sobre o crescimento dos evangélicos, cuja porcentagem nacional atingiu 22%, não é uma realidade sã. Líderes conhecidos no meio evangélico têm proclamado ao alto e bom som: “O Brasil é do Senhor Jesus”, “Conquistaremos esta nação para Jesus”. Me perdoem, mas é utopia!

Não quero ser rude e tampouco menosprezar a fé de alguns irmãos, mas quero levá-los à reflexão: Estamos no caminho certo mesmo?

Pode até ser 22% de evangélicos, porém não evangélicos em sua essência, em sua raíz e por fim, cristãos (e este último mais importante ainda). Posts sobre o assunto você pode ler em Estamos experimentando um avivamento no Brasil, Extra! Extra! Eu quero novidades, E o Evangelho, por onde anda?, são alguns artigos que podem dar um norte e um esclarecimento sobre se realmente, nós evangélicos, estamos avançando.   Tô pegando pesado?! Não creio. Por quê? Fatos como os artigos acima e uma análise crucial da realidade do evangelicalismo no Brasil, bem como a matéria abaixo podem nos trazer uma resposta. É apenas mais um, de muitos casos e histórias que podem até não aparecer na mídia, mas convivemos dia a dia.

Leia e reflita!

DANIEL ROCHA, ATOR QUE FAZ “RONI”, EM AVENIDA BRASIL REVELA SER EVANGÉLICO, MAS DIZ QUE FARIA BEIJO GAY.

O ator Daniel Rocha, que interpreta o personagem Roni na novela Avenida Brasil, da TV Globo, concedeu entrevista em que revelou sua origem evangélica e atividades praticadas antes da oportunidade na televisão.

Filho de pastor e ainda membro da Assembleia de Deus, o ator afirmou que o envolvimento com as artes vem da infância: “Fui criado na igreja, meu pai sempre gostou de que eu e meu irmão (Thiago, de 24 anos) fizéssemos atividades culturais. Eu tinha 5 anos, doido para ir ao McDonald’s, e era levado para a Sala São Paulo para assistir a concertos. Vi alguém tocando violino e gostei. Meu irmão toca sax. Creio numa coisa, tenho fé nisso, mas não misturo com a profissão . Tenho cabeça aberta. O que tiver que fazer, eu faço”, ressaltou o ator na entrevista concedida ao site do jornal O Globo.

Seu personagem na novela é um rapaz casado, mas que deixa dúvidas sobre sua sexualidade. Daniel afirma que não sabe o que o autor pretende para o papel, mas mesmo sendo evangélico, diz que não se recusaria a protagonizar uma cena de beijo gay: “Eu não sei o que o João Emanuel pretende fazer. Mas, para mim, como ator, é bem mais interessante que Roni fique com Leandro. E se rolar o beijo gay, faço, por que não? Sem problemas. Sou ator”, pontua.

Daniel Rocha afirma que prefere trabalhar assim, sem saber todos os detalhes sobre o personagem, para emprestar mais humanidade ao papel: “Acho interessante o ator trabalhar assim, sem saber se é ou não é. Porque o ser humano não é uma coisa só. Você nunca é aquilo, é muito mais. Dostoiévski puro”, afirmou, mencionando o escritor romancista russo.

Antes de atuar na televisão, o ator paulistano praticou teatro por quatro anos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), sob o comando de Antunes Filho, diretor conhecido no meio. Uma semana antes de ser convidado para a novela, abandonou o teatro por um desentendimento com o diretor. Daniel revela que a carreira de artista é difícil: “Ser artista no Brasil é quase impossível. Você estuda, estuda e vai fazer o teste com gente sem preparo, porque hoje qualquer um tem o registro para atuar. Qualquer pessoa é ator, poucos são artistas. E você começa a se revoltar. No Brasil não tem uma boa escola técnica de formação como há na Inglaterra. O brasileiro é bom ator porque se joga. Eu me acho um canastra (risos). Mas tenho ouvido muitos bons conselhos do Otávio e do Thiago. Tento não comprometer”, revelou.

O ator revelou ainda que não se parece com o personagem que interpreta: “Não sou certinho como o Roni, sou bagunceiro e desorganizado. Mas não bebo e não fumo”.

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Viram o que o inchaço gospel tem feito com o estereótipo de “evangélico”? – “Mas é só uma profissão”!, dizem os liberais! Penso que a questão em si não é a profissão, mas “prostituição” de uma profissão quando enquanto canal direto de cosmovisão anti-reino! Sinceramente, diante da possibilidade que o nobre ator se dispôs, não vejo possibilidade nenhuma de 1Co 10:31 estar interligado ao ofício (como defendia-se no tempo da Reforma).

Fonte: Gospel Mais.

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